Nutrição eficaz durante o Outono, preparando o rebanho para o período seco que se aproxima. Transição planejada e cuidadosa para garantir os resultados.

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Outono na Pecuária - nutrição como fator fundamental para superar os desafios da seca que está por vir Saiba mais sobre a importância da nutrição animal durante o Outono.
Estratégia e preparação para um período de superação.

SUPERANDO DESAFIOS

O outono anuncia o final das chuvas, as pastagens já não fornecem tudo que o gado precisa para engordar e produzir, é hora de aplicar a melhor nutrição e potencializar o desempenho do rebanho.

SOLUÇÕES PARA O OUTONO

No leite e no corte, em qualquer etapa da produção pecuária, o Outono é um período de transição e preparo. É hora de suplementar para compensar a escassez da forragem e manter a lucratividade

MAIS DO QUE NUNCA, SUPLEMENTAR É FUNDAMENTAL

Com um planejamento nutricional profissional bem elaborado é possível superar os desafios da seca. Suprindo as necessidades do rebanho e complementando a alimentação com os nutrientes que faltam na forragem, que já começa a escassear.

Suplementação eficaz que prepara para a seca Durante o Outono, a suplementação ganha uma importância ainda maior, ela é a chave para manter a produtividade e evitar as perdas causadas pela escassez de nutrientes na forragem.

PRECISÃO NATA S

Suplemento Mineral Vitamínico aditivado com conceito de eficiência alimentar, saúde de casco, rúmen e imunidade. Indicado para animais em lactação com desafios de saúde de casco e rúmen, o mesmo proporciona uma melhoria na imunidade animal e degradação dos alimentos.

BOCA CHEIA

Proteico energético de alto consumo, indicado para bovinos de corte (2,0 gramas/kg de peso vivo) desenvolvido para maximizar a engorda a pasto. Não fornecer o produto a animais em jejum, famintos ou debilitados. Procurar profissional habilitado de sua confiança em caso de intoxicação.

PRECISÃO NITRO FÉRTIL

Suplemento mineral aditivado de alta tecnologia, com fontes de proteína, desenvolvido para intensificar o desempenho à pasto. Excelente no período de transição e no período das águas. Produto formulado com nitrogênio encapsulado. Indicado para bovinos de corte em fase de cria mantidos em pastagens de média a boa qualidade e solos de média a alta fertilidade.

Vamos te ligar. Quer preparar seu rebanho para o período da seca mas ainda não sabe o melhor caminho?

SUPLEMENTAÇÃO E TECNOLOGIA NO OUTONO – O PREPARO PARA A SECA Do ponto de vista econômico, as tecnologias devem estar enquadradas no sistema produtivo de forma a elevar sua lucratividade. Toda nova técnica apresenta um custo adicional por unidade produzida, e quando bem aplicada dilui gastos com serviços administrativos e jurídicos, impostos, depreciações de máquinas e equipamentos, aumentando a lucratividade da empresa.
PECUÁRIA DE LEITE: A MENOR UTILIZAÇÃO DO PASTO EM DIETAS no OUTONO Com a chegada do Outono, ainda se vê o verde nos pastos e em algumas regiões o rebanho segue rotacionando os piquetes. Porém, a chegada da estação sinaliza para a mudança no desenvolvimento do capim, e o produtor de leite que se preza, já começa a se preparar para o inverno (seca). Ele já tem sua estratégia pronta para que não seja pego de surpresa pelo inverno. Acesse e confira!

Nutrição animal de precisão, por uma primavera mais produtiva. A primavera marca o período de transição entre a seca e época das águas. Tempo de desafio e empenho nutricional para manter e melhorar os índices produtivos e reprodutivos do rebanho.

Tire suas dúvidas, fale com a Campo: 62 3645*4300 - GO (Whatsapp) e 65 3645*4300 - MT

Estamos nos aproximando do início do período seco, como o planejamento nutricional no Outono pode ajudar a fazer com que o rebanho não sofra perda de produtividade nesse período?

O produtor tem sempre que se programar para que não haja um “apagão” de forragem. Ou seja, é preciso ter reserva de forragem. Não se pode colher tudo que foi produzido no período favorável. É essa reserva que vai fazer o ajuste da suplementação, para que o animal consiga ter desempenho. Logicamente, é um desempenho mais baixo se comparado ao período mais favorável, que é o verão. Porém, você terá capacidade de produzir algo de peso dentro da Fazenda, num período que é extremamente crítico.

Qual o principal papel da nutrição no período de transição das águas para a seca? Existe uma ilustração ou infográfico que mostre as vantagens da nutrição balanceada nesse período?

O pecuarista vem do verão com as pastagens, quando bem manejadas, de ótima qualidade. O animal tem uma exigência de ganho e, relativamente, com uma baixa suplementação pode-se ter altos níveis de ganho de peso. Já no período de transição, tem uma capacidade menor de produção de peso, e você tem que ajustar isso no cocho, para que o animal não perca desempenho. Então no período de transição águas-seca, onde o pecuarista vem de uma zona de conforto, tratando pouco e ganhando muito, é preciso reajustar a suplementação, manter o rúmen ativo e manter uma dieta um pouco mais densa.

Com a piora progressiva da qualidade das pastagens após o período de grandes chuvas, como compensar a nutrição para que os animais produzam resultados superiores?

Para que se faça essa compensação, é preciso observar que o capim de transição e de seca um capim muito fibroso e com valores baixos de energia e proteína, pouco denso e com muito volume. Por isso, o animal, mesmo ingerindo esse capim, não terá nele os nutrientes necessários para ganho, principalmente se for no período de terminação. Para compensar isso, o ideal é adensar um capim de média ou baixa qualidade com proteínas e minerais, fornecendo esse “boom” de energia para o animal em forma de uma ração, fazendo a terminação do mesmo para a entrada de caixa mais rápida na fazenda.

Nesse período do ano, a saúde dos animais é um fator preocupante? Existe algum cuidado especial a se tomar?

Como é um período de escassez de qualidade na forragem, é importante se atentar à saúde do animal, porque ele estará entrando num quadro de balanço energético negativo. Ou seja, ele estará perdendo energia e, consequentemente, peso. Por isso, têm-se que fazer a suplementação de forma correta e atender ao protocolo sanitário.

Em termos da atuação da equipe técnica da Campo, porteira adentro, existe uma intensificação no contato com o cliente neste período de preparação para a seca?

É preciso que se tenha um alinhamento maior, não só nessa transição, mas também na transição inversa (seca/águas e águas/seca). Esse é o momento de desenhar e alinhar com o cliente as estratégias que serão usadas para evitar os erros. Erros vão existir no processo, infelizmente, porém, o nosso papel porteira adentro é sempre cercar resolver estes problemas e buscar lucratividade para o cliente.

Pensando no aproveitamento para o período seco, qual a importância do manejo racional das pastagens no final do período das águas e no período de transição?

É importante que se tenha um manejo consciente, para que não aconteça o superpastejo, que é a retirada total do que foi produzido, e nem o subpastejo, que seria o excesso de sobra. O superpastejo é ruim porque acaba degradando a fazenda e tendo um custo muito alto. E o sub pastejo também é negativo porque indica que não foi explorado todo o potencial da sua fazenda. Então, temos que ter sempre em mente esse equilíbrio.

No caso do gado de corte, existe alguma especificidade e necessidade do gado durante o outono?

Sim, o animal vem do período de verão em boas condições, muito saudável, as pastagens vêm entregando muita proteína de fração A e muita proteína de fração B, que vêm fornecendo bastante energia. No período de transição e seca o animal não terá acesso a essa quantidade alta de nutriente. Então, há de se tomar cuidado e fazer o balanceamento, com uma boa indicação de suplemento. Provavelmente o animal não vai conseguir manter o mesmo desempenho das águas, porém, há de se ter o desempenho para poder diluir o investimento.

É fundamental que o pecuarista aumente a quantidade de suplementação durante o período que antecede a seca? Qual é a conta que deve ser feita, tendo como parâmetro o período das águas?

Realmente é necessário que se aumente um pouco o nível de suplementação para deixar a dieta mais densa. Dessa forma, o animal passa a ter chance de imprimir maiores ganhos. Se for um animal que vai ser levado ao abate durante o período seco, esse adensamento da dieta tem que ser ainda maior, para que esse animal consiga uma energia alta, melhorando o acabamento dessa carcaça que vai para o frigorífico.

Com a valorização da arroba do boi, o começo do outono é oportuno para vender os animais? Pode ser um período no qual o pecuarista alcança boa valorização?

Sim. Neste período de transição, já é possível enxergar o mercado pagando bons preços pela arroba. Desenha-se que, num cenário normal, bons preços na seca. Ao perceber que o mercado está sinalizando com valores positivos, o pecuarista tem que se antecipar e produzir esse animal para ser entregue no período em que se acredita que vai se pagar melhor pela arroba.

Quais estratégias o pecuarista pode adotar a alta valorização da reposição, fazendo com que sobre mais dinheiro em caixa?

Com essa reposição tão cara, uma das estratégias que o pecuarista pode utilizar é melhorar a relação de troca de bezerro para boi. Quando se melhora essa relação, conseguindo produzir um boi mais pesado e que seja vendido mais caro, esses impactos de reposição são minimizados. Outro fator que pode ajudar é aumentar o GMD desse bezerro, de forma a produzir uma arroba mais barata e diluir o custo inicial da arroba estocada.

2020 é um bom ano para confinar animais? Quem pretende fechar animais em confinamento precisa estar atento a que nesse período?

Este ano se desenha como um ano desafiador, quando se fala de custo de diária em reais. Desenha-se um ano de milho caro e também de outros ingredientes. Porém, se a engorda em confinamento faz parte da estratégia do pecuarista como um ciclo, ele tem que realizar o confinamento e esse confinamento tem que ser eficiente. Uma boa estratégia de compra de grãos e com um bom manejo dentro de seu confinamento será fundamental para alcançar bons números.

Após o período das águas, como fica o desafio do estresse térmico para os animais?

O estresse térmico continua sendo um desafio importante, porém, tende a ser menor com a diminuição da umidade do período seco. Mas isso não deve servir de acomodação pois ele continua afetando tanto a produção quanto a reprodução dos nossos rebanhos. Devemos continuar melhorando as formas de resfriar nossas vacas para maximizar a produção.

As alternativas para se combater o estresse térmico no outono se diferenciam do verão?

Não se diferenciam. Devemos continuar sempre tentando melhorar a ambiência de nossas fazendas, seja na sala de espera ou na linha de cocho, para tentar proporcionar o maior conforto possível para os animais.

Estamos nos aproximando do início do período seco, como um planejamento nutricional no Outono pode ajudar para que o rebanho aumente a produtividade neste período?

Manter a farta oferta de alimento para os animais, de forma que não falte em nenhum momento do dia, com um bom manejo alimentar da fazenda (frequência e qualidade em tratos). Caso tenha a oportunidade, a entrada de outro volumoso na dieta também é uma boa estratégia nutricional. Em fazendas com o sistema a pasto, sai na frente quem se preparou melhor no verão, com estratégias como irrigação, diferimento ou a vedação de piquetes.

Qual é o principal papel da nutrição no período de transição das águas para a seca?

Na transição do período das águas para a seca, a nutrição tem papel fundamental, pois inicia-se um período de maiores investimentos. Nas fazendas em que as vacas são confinadas, o período da seca é quando a produtividade dos animais tende a aumentar, com o maior incremento de silagem nas dietas, menores desafios com a “umidade x estresse térmico” e os menores índices de mastite dos animais, devido a diminuição dos desafios relacionados a barro e CCS, melhorando assim as perspectivas de rentabilidade para o produtor.

Quais os principais desafios do pecuarista no Outono, que é o período que antecede a seca?

Neste período, os desafios se refletem no fluxo de caixa do produtor, com o maior investimento nutricional devido à menor demanda de forragem vinda do pasto. Os subprodutos começam a se tornar alternativas para compor a dieta e tentar diminuir custos, sem impactar na produtividade. O estresse térmico também é um desafio, em regiões tropicais como a nossa, pois os animais gastam energia que poderia ser destinada à produção e reprodução, para controlar a temperatura interna.

Com a piora progressiva na qualidade das pastagens após o período de grandes chuvas, como compensar a nutrição para que os animais produzam resultados superiores?

Com o aumento do teor de fibras nas pastagens, perdendo qualidade, incrementar o uso de silagem e aumentar a suplementação na dieta são as principais formas de manter comida com qualidade, saúde e custo benefício

Neste período do ano, a saúde dos animais é fator preocupante? Existe algum cuidado especial a se tomar?

Os animais estão saindo do período de maior desafio, clima com alta umidade, barro, estresse térmico, redução da ingestão de minerais. É fundamental para a vida produtiva que seja dada atenção especial para saúde e imunidade dos animais.

Em termos de atuação da equipe de profissionais da Campo porteira adentro, existe uma intensificação no contato com os clientes nesse período de preparação para a seca?

A equipe da Campo está sempre próxima aos clientes. Neste período de transição, estamos sempre em contato para não deixar passar o momento de fazer novas indicações de dieta à medida que o pasto vai reduzindo o volume e qualidade eindicar novas estratégias para aumentar a produção.

É fundamental que o pecuarista aumente a quantidade de suplementação durante o período que antecede a seca? Qual é a conta que deve ser feita tendo como parâmetro o período das águas?

Levando em conta o fato de que o fim das águas é o início do período em que as condições ficam mais favoráveis ao aumento de produção de leite, e paralelamente o pasto reduz qualidade, aumentar a suplementação é fornecer condições para os animais expressarem o desempenho já esperado sem perder condição corporal. Não existe uma conta fixa, a suplementação é aumentada à medida que os animais respondem em produção, o que varia de animal para animal.

Para quem trabalha com pecuária leiteira, o período da seca é caracterizado por melhor valorização do preço do litro de leite pago ao produtor. É um momento estratégico para tentar aumentar a produção?

O retorno financeiro ao produtor está ligado diretamente à sua eficiência produtiva, ou seja, quanto mais produzir, mais será a diluição de custos, maior será a receita e os lucros. Seja qual for o preço do leite pago ao produtor, toda oportunidade de aumentar a produção é viável.